Cármen:
Sobre Paulo Autran, para mim foi uma grande perda.
Segui a carreira dele desde a primeira representação
( Um Deus Dormiu Lá Em Casa, do Guilherme Figueiredo) no fim da década de 40, do século passado,
até a última,
O Avarento(de Molière), neste ano.
Acho que a imortalidade que tantos perseguem está nisso: ser lembrado para sempre e não viver para sempre.
Barbas Neto.