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Novo endereço, novos textos. Mas o mesmo velho veneno.
A cobra em casa nova não descansa, desanca.
Só não envenena as mentes.
Esclarece. Polemiza. Chuta o pau da barraca.
VENENO DE COBRA XXI, para o século que já está velho, de tantos atentados, tantas mortes, tanta bagunça.
Isaías Edson Sisney
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