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Acordei guerreira e apesar de todos os protestos, dos nãos de todas as classes sociais, de todos os cantos, resolvi botar a boca no trombone.
E não é da língua de sogra o objeto de nosso profundo e seriíssimo estudo de hoje! É da nossa língua amada, falada (e meio estropiada) em nosso querido Brasil.
Dizem as más línguas, que aqui é o país onde se fala o inglês sem se saber o português! E por pior que isso possa nos parecer, é a pura verdade. É o nosso maior pesadelo. Passeie pela cidade lendo alguns nomes do comércio... dos jornais... nomes dos livros... da moda... dê um volteio pelas ruas!
O que o povo fala? Olhem os dialetos das tribos... Nas danças, e na música... Nas baladas dos sonhos? Sim, também sonhamos em inglês!
E o computador? Não bastasse isso, carregamos para o dia a dia essa linguagem estrangeira. Por ser universal? E a nossa própria comunicação? Somos brasileiros-estrangeiros?
Não adianta amar a terra, seu cafezinho delicioso, seus fantásticos programas de cidade grande, o frenesi dos carros, seus clubes, suas lojas movimentadas e por aí vai... se não temos o prazer da língua, da nossa língua!
Não adianta o nosso Presidente assinar a reforma da língua em ?/10/2008 - para que ela fique unificada, mais conhecida e mais forte.
Ele, nosso querido Presidente, deveria assinar uma lei que obrigasse os brasileiros a serem mais brasileiros.
Não seria bom?!
CR
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